A Associação Sócio – Profissional Independente da Guarda (ASPIG), emitiu um comunicado onde se mostra “preocupada com a demora na aprovação/publicação do novo Estatuto e Lei Orgânica dos militares da Guarda Nacional Republica (GNR).
Apesar das negociações de entendimento entre os ex-ministros da Administração Interna e as várias associações profissionais da GNR e da convicção de que a aprovação/publicação dos diplomas ocorreria o mais rápido possível;
Apesar da Assembleia da República já ter recomendado ao atual Governo, que tomou posse a 26 de Novembro de 2015, “ para que aprove o novo estatuto profissional da Guarda Nacional Republicana (GNR), tendo como base o trabalho desenvolvido na anterior legislatura”.
A verdade é que ao invés de ser verificar notória celeridade no avanço da aprovação de tais diplomas é, agora, enternecedor escutar o silêncio dos que assumiram tal celeridade (Governo e hierarquia) bem como alguns daqueles que são os principais interessados na aprovação dos mesmos.
Num momento em que prevenção do crime, a manutenção da ordem pública, a investigação de crimes e delitos, a captura e a guarda de presos e o controlo das fronteiras estão na ordem do dia, a ASPIG interroga-se:
Que tipos de motivações terão levado os intervenientes a remeterem-se ao silêncio, no que concerne à aprovação do Estatuto e Lei orgânica da GNR, ao invés de, no prazo anunciado, cumprirem o prometido?
Afinal…que forças de segurança, para servirem Portugal, pretende o XXI Governo Constitucional?


