ASPIG: Associação preocupada com agressões a militares da GNR.


A Associação Sócio – Profissional Independente da Guarda (ASPIG), tem vindo a manifestar a sua preocupação com o aumento exponencial de agressões contra os elementos das forças de segurança.

GNR- Efetivos_800x800A recente desobediência à ordem de uma patrulha da GNR de Riba d’Ave, seguida de uma “cena de pancadaria”, perpetrada por uma família sobre militares da GNR vem, mais uma vez, confirmar as preocupações desta associação.

A ASPIG, considera que esta tipologia de crimes reveste-se de melindres particulares uma vez que constitui – para além de atentados à integridade física e à vida dos elementos das forças de segurança – inequívocas ofensas diretas à sociedade e aos seus órgãos.

Por isso, entende a ASPIG que tal situação, por ser grave, não pode ser tratada ao sabor de mutações dos detentores do poder político, em razão de certos interesses ou de uma certa tendência das forças de segurança para se conformarem com a situação, na medida em que tais condutas em nada contribuem para a manutenção da ordem, tranquilidade e segurança públicas.

Os tribunais também parecem pouco sensíveis nesta matéria pois as suas oscilações e dúvidas, na apreciação do impacto que tal criminalidade provoca na tranquilidade dos cidadãos, são disso o exemplo.

Por tudo isto, urge, por parte dos responsáveis pela tranquilidade e paz públicas, o desencadear de medidas legislativas, e outras, no “tratamento” deste tipo de criminalidade, sob pena dos criminosos “minarem “ a autoridade do Estado e denegrirem a imagem das forças de segurança.

 A ASPIG entende que as agressões aos elementos das Forças de Segurança devem ser analisadas à luz de novas realidades ainda que, para tanto, tenham de ser repristinadas normas sancionatórias mais severas, como a suspensão de direitos, caução de boa conduta, liberdade vigiada, limites das penas, etc.


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