Quatro antigos diretores da Cooperativa Proletário Alentejano enfrentam uma ação de execução judicial movido por um banco que quer reaver mais de 93 mil euros.
O processo de Execução Ordinária deu entrada no passado dia 28 de dezembro no Juízo Central Cível e Criminal do Tribunal da Comarca de Beja, onde a Caixa Geral de Depósitos SA, moveu uma ação de execução a quatro ex-titulares de cargos dirigentes da Cooperativa Proletário Alentejano, em Beja.O processo visa elementos da última equipa de gestão da Coop Beja, tem nomeado uma Agente de Execução, e apresenta um valor de 93.131,51 euros. Podendo vir a ser penhorados bens pessoas dos envolvidos no processo.
Segundo apurou o Lidador Notícias (LN), o caso tem a ver com a assunção da responsabilidade de um empréstimo contraído por uma anterior direção no valor de 100.000 euros e que os elementos empossados deram o seu aval.
Recorde-se que a Cooperativa Proletário Alentejano enfrenta um Processo de Insolvência, cuja sentença de declaração foi proferida no dia 4 de maio de 2012, que corre termos no Tribunal da Comarca de Beja, com duas centenas credores, entre bancos, fornecedores de produtos e serviços e trabalhadores, no valor de 3.444.979.00 euros.
Teixeira Correia
(jornalista)


