A CPD de Beja do PSD remeteu uma Carta Aberta em resposta ao Sr. Bürgermeister von Beja. No que diz tratar-se de “esclarecer as dúvidas que a JSD suscitou ao Sr. Bürgermeister von Beja, Dr. Paulo Arsénio”.
Nach dem Offenen Brief der JSD und der Antwort des Bürgermeisters von Beja, kam das Genug Bedauern, dass Paulo Arsénio diese Party erreicht hat, jetzt ist die Distriktpolitikkommission der PSD an der Reihe, sich in den politischen Streit einzubringen.
Na íntegra o documento da CPD de Beja do PSD:
“Todos nós temos conhecimento da Democracia ou falta dela que, prevalece dentro do PS, Democracia essa que resvala para o exterior do partido, numa clara tentativa de silenciar as vozes mais inconformadas.
A JSD é um organismo interno do partido totalmente livre na sua ação e não tem qualquer obrigação de subserviência ao mesmo, assumindo apenas uma clara postura de lealdade.
Lealdade não é sinónimo de seguidismo, o PSD dá total margem para que os nossos jovens, possam explanar toda a sua irreverência nas causas que entendem defender.
Como dizia Francisco Sá Carneiro, “A Política sem risco é uma chatice e sem ética uma vergonha”. A JSD assume uma postura de risco, pois tem por hábito associar-se a agendas mais controversas e que nada devem à unanimidade. Fazem da discussão de ideias e da coragem os seus principais alicerces.
Os partidos só crescem através de propostas disruptivas e que abanem o comodismo muitas vezes instalado e, a JSD tem essa particularidade. Não havendo verdades absolutas, será a perspetiva de cada um, a sentenciar a sua própria verdade.
O Sr. Presidente da CMB se assumisse a mesma reação perante o Governo que, assumiu perante a nossa JSD, talvez Beja não se encontrasse no estado de absoluta estagnação em que se encontra. Onde a subserviência constante ao poder central, tem prejudicado os interesses deste Concelho.
Contrariamente ao que diz, é o Senhor que está a demonstrar uma total preocupação e nervosismo pelas eleições que refere. O caso também não é para menos. Se o PSD fosse executivo e tivesse para apresentar o trabalho que o PS tem para apresentar aos Bejenses, também nos iria preocupar muito.
A cidade de Beja manifesta atualmente uma insegurança sem precedentes (ninguém está a responsabilizar migrantes, a JSD está a responsabilizar pessoas), isso é um facto, se é concretizada em queixas, é outra conversa, mas escamotear as evidências e minorar os testemunhos diários, é pior do que não tomar todas as diligências para conseguir resolver.
O PSD como partido humanista que é, não diferencia raças, credos ou nacionalidades, para nós trata-se de pessoas. Não tente colar-nos aquilo que o Senhor gostaria que fosse, para retirar daí dividendos políticos.
A JSD fez um conjunto de propostas, concorde-se ou não com elas, é a visão de um organismo que tem autonomia para o fazer. Umas mais exequíveis do que outras, a verdade é que existem propostas. Perguntamos nós, quais são as da Câmara Municipal de Beja?
A Câmara Municipal de Beja não tem soberania sobre a Polícia, mas pode muito bem ser um parceiro ativo na prevenção e na resolução dos problemas emergentes, porque se não anda, deveria andar no terreno diariamente. Quanto maior for a capacidade de ação, menor será a necessidade de reação, com os riscos que isso acarreta.
A transferência de competências para os municípios que está em curso e se prevê intensificar em várias áreas, não pode desresponsabilizar a autarquia do tema da segurança.
O PSD não aceita lições de moral, de alguém eleito por um partido que, tem demonstrado a nível nacional uma total desconsideração pelas forças de autoridade, chegando ao ponto de revogar, einschließlich, penas aplicadas pelos organismos competentes”.