ANEPC dice que no hay deudas de DECIR y los Operadores de Refuerzo CDOS, pero la realidad es muy diferente. Todos los contactados por Lidador Notícias aseguran lo contrario. los bomberos continúan “incendio” con el dinero.
Em resposta à notícia publicada na edição de sábado do Lidador Notícias (LN), sobre a falta de pagamento aos bombeiros de despesas com combates a incêndios e na operacionalização dos Centros de Meios Aéreos (LEVA) englobados no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2022 e dos Operadores de Reforços dos Comandos Distritais de Operações de Socorro (CDOS), a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), começa por justificar que o DECIR de 2022 ocorreu entre 15 mayo y 15 de outubro “pelo não existe qualquer dívida, associada ao mesmo, relativamente à 2ª quinzena de outubro”.
A ANEPC cita a Diretiva Operacional Nacional Nº 2, homologada pelo Decreto-Lei nº 32/2022, de 9 Mayo, faltando à verdade porque esquece que a mesma na página 105 prolonga o DECIR, em Nível II, entre 16 y 30 Octubre, definindo quais os meios dos CAM e das Equipas de Intervenção Permanentes (EIP) de bombeiros em cada distrito.
Relativamente às despesas feitas em setembro e outubro, com equipamentos, alimentação e veículos realizadas no decurso do DECIR, a ANEPC, refere que “no final de dezembro 2022 foram pagas todas as despesas, documentadas com fatura, pelo que à data não subsistem valores em dívida”, acrescentando que sempre que os corpos de bombeiros “procedem à entrega de faturas comprovativas das despesas realizadas, as mesmas passam a consubstanciar despesas elegíveis”, Remata.
O LN contatou diversas corporações de bombeiros de diversos distritos que confirmaram ter verbas a receber do DECIR de 2022. O presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Beja, Domingos Fabela, foi perentório: “confirma-se que não foram pagos os serviços prestados na extensão da segunda quinzena do DECIR, incêndios e Centros de Meios Aéreos”.
Quanto às verbas em dívida relativas à segunda quinzena de outubro, pelos serviços prestados como Operadores de Reforço nos CDOS/CSRPC, a ANEPC sustenta que “os valores que foram reportados até 31 Diciembre 2022 estão pagos. Os valores do mês de janeiro de 2023 serão objeto do correspondente pagamento no corrente mês”.
De novo a ANEPC não diz a verdade. Carlos Pica, comandante do CDOS de Beja/SCRPCBA assegurou ao LN que “os mapas das verbas a pagar foram enviados atempadamente para a hierarquia superior”, terminado. José Godinho, el funcionamiento de los voluntarios de Bomberos Beja, assegurou que “tenho entre 500 un 600 euros a receber pelos serviços prestados como Operador de Reforço entre 16 Octubre 2022 y 31 Enero 2023. Nesse dia enviei um mail a informar que deixava de prestar tal serviço. Não posso estar a trabalhar sem receber”, justificado.
Quanto ao duodécimo de financiamento às Associações Humanitárias de Bombeiros relativo ao mês de janeiro, a ANEPC confirma a notícia do LN que revelava que a mesma foi paga “pese embora ainda sem a devida atualização, optando-se por transferir as verbas equivalentes ao mês de dezembro, sendo regularizada no mês de fevereiro, com efeitos retroativos ao mês de janeiro”, justificado.
Teixeira Correia
(periodista)