Quase metade dos profissionais já passa mais tempo a orientar a inteligência artificial do que a executar tarefas.
Jornalista
Rádio Horizonte Algarve/ Tavira
É esta a principal conclusão do mais recente estudo da Boston Consulting Group, realizado junto de quase 12 mil profissionais em 14 mercados.
47% dos profissionais admite passar atualmente mais tempo a orientar ferramentas de Inteligência Artificial (IA) do que a executar diretamente as suas tarefas.
Durante anos receou-se que a IA substituísse as pessoas. Afinal, em muitos casos, as pessoas acabaram promovidas a gestoras da IA.
O uso da Inteligência Artificial como assistente de escrita reduz a singularidade linguística
A equipa liderada pela Universidade do Sul da Califórnia (EUA) analisou mais de 880 mil textos e solicitaram ao GPT-3.5, ao Llama 3 70B e ao Gemini Pro que reescrevessem milhares de textos redigidos por pessoas.
Os resultados indicam que a variabilidade na complexidade da escrita foi reduzida numa percentagem “estatisticamente significativa” (entre 21% e 50%) em todos os conjuntos de dados e modelos.
Os LLM alargavam os padrões associados às características dominantes, ao mesmo tempo que suprimiam outros, “dando prioridade à conformidade em detrimento da individualidade”.
Um novo estudo revela diferenças significativas na forma como algumas das maiores empresas tecnológicas lidam com dados pessoais. Depois de analisarem 171 aplicações disponíveis na App Store, desenvolvidas pela Google, Apple, Microsoft, Amazon e Meta, os investigadores da Surfshark mostram quais é que recolhem mais informação sobre os utilizadores.
O estudo mostra que as aplicações da Meta são as que mais dados pessoais recolhem. Em média, estas aplicações recolhem 25 dos 35 tipos de dados analisados.
Já a Google ocupa o segundo lugar no ranking, com as suas apps a recolherem, em média, 17 dos 35 tipos de dados analisados. Seguem a Amazon, com 12; a Microsoft, com 8; e a Apple, com 7.
A empresa de software de segurança ESET tem um “link checker” no seu site, uma ferramenta gratuita onde é possível saber se uma ligação é segura. Basta colar o URL e o sistema faz a verificação.
Para validar o link, a ESET recorre a uma base de dados de referência cruzada, onde os URLs são comparados com uma lista de dados de segurança que são continuamente atualizados. Em poucos segundos pode ter uma resposta sobre se é seguro ou não clicar nessa ligação.
Pode aceder ao site de verificação de links da ESET em https://www.eset.com/pt/casa/link-checker/
No cinema temos que falar da estreia do filme de animação “Coyote vs Acme”.
Depois de décadas a ser bombardeado por bombas, demolido por dinamite, danificado por ímanes, espalmado por pedregulhos, atropelado por comboios, trapaceado por túneis, arremessado por molas, cilindrado por cilindros, baleado por balas, acorrentado por correntes, fustigado por foguetes, traído por trajes, projetado por patins, maltratado por monociclos, trucidado por terramotos, chicoteado por cintos e lançado de cabeça de todos os penhascos do deserto, Wile E. Coyote decide finalmente retaliar. Juntando-se ao advogado de acidentes pessoais Kevin Avery, ele enfrenta o astuto advogado corporativo Buddy Crane e a ACME, Inc, a empresa capitalista por trás de todas as suas caóticas catástrofes.
John Cena, Will Forte e Lana Condor são os destaques do elenco deste filme realizado por Dave Green.
Trailer em https://www.youtube.com/watch?v=mUdyECXpyOE



