A Google já disponibilizou gratuitamente ao público a ferramenta SynthID Detector, que permite a qualquer utilizador verificar se uma imagem, um vídeo ou um ficheiro de áudio foi gerado através de inteligência Artificial (IA).
Jornalista
Rádio Horizonte Algarve/ Tavira
Através do site https://synthid.com/, ao qual se pode aceder iniciando sessão com credenciais do Google, da Apple ou da OpenAI, os utilizadores podem carregar ficheiros multimédia para detetar a presença da marca de água digital SynthID, um selo impercetível ao olho e ao ouvido humanos que permanece inserido na estrutura dos dados do conteúdo.
Para além das criações dos próprios modelos da Google, o detetor reconhece conteúdos gerados por outras empresas líderes do setor associadas a esta tecnologia, como a OpenAI, a Nvidia e a sul-coreana Kakao, às quais a Apple se irá juntar “em breve”.
E precisamente a OpenAI vai acrescentar uma marca de água ao texto elegível do ChatGPT e do Codex na União Europeia (UE), em resposta ao AI Act (o novo regulamento de inteligência artificial europeu), e os clientes da API (Interface de Programação de Aplicações) em todo o mundo podem ativar a funcionalidade em modelos selecionados.
A tecnologia, chamada textGrain, assenta num sinal estatístico introduzido nas escolhas de palavras do modelo, que o detetor procura depois para avaliar se uma passagem contém uma marca da OpenAI.
Segundo os testes da própria empresa, o desempenho do sistema igualou ou superou o de outras abordagens avaliadas, incluindo o SynthID para texto, e não houve diferenças significativas nos resultados de testes de desempenho do modelo mais recente com e sem marca de água. A OpenAI diz também que pretende disponibilizar a tecnologia em código aberto.
A escassez global de RAM não avai abrandar tão cedo, pelo contrário, vai persistir até e durante 2028.
Quem o diz é Sanjay Mehrotra, CEO da Micron, que adianta que a empresa já vendeu praticamente tudo o que será produzido ao longo de 2027, por preços muito superiores aos de 2026, mas a procura continuará a ultrapassar a capacidade de oferta ao longo de 2027 e 2028.
Segundo o próprio, a Micron não consegue ver o momento no qual chegará o tão desejado equilíbrio entre oferta e procura, acrescentando que a procura pela HBM (Memória de Alta Largura de Banda) está a crescer muito mais rapidamente do que a procura pela DRAM (Memória Dinâmica de Acesso Aleatório) e que estão a tentar aumentar o dinheiro que ganham com a HBM.
Ken Kutaragi, o criador da primeira PlayStation, acha que os videojogos de agora estão estagnados no que diz respeito ao conteúdo, apesar de terem gráficos cada vez melhores e orçamentos gigantescos. Mas ainda assim acredita que a indústria está num momento de viragem e que os produtores precisam de usar a curiosidade para conseguirem evoluir para a próxima fase.
O principal reparo de Kutaragi vai para a forma como os jogos são pensados hoje em dia. O japonês explicou que a forma de criar os conteúdos praticamente não mudou desde o tempo em que ele liderou o lançamento da PlayStation original. Isto significa que os videojogos atuais cresceram em tamanho e têm um aspeto visual muito superior, mas a essência do que oferecem aos jogadores acabou por parar no tempo.
Para contrariar isso deixou alguns conselhos aos novos talentos da indústria: devem tentar criar tecnologia de ponta para liderar o mercado, em vez de irem apenas atrás das tendências que já existem; precisam de recuperar a vontade de “mudar o mundo”, que foi o grande objetivo da equipa que fez a primeira PlayStation; e nunca podem deixar de lado a curiosidade humana, que é essencial para desenvolver ideias novas.
E no cinema, destaque para estreia de “O Veredito Social” (“The Social Reckoning” no original).
Do argumentista de “A Rede Social”, Aaron Sorkin (aqui tambén a cargp da realização), chega uma nova obra complementar, fortemente inspirada em acontecimentos reais dos anos recentes. O argumento baseia-se nos factos que deram origem à impactante investigação jornalística do The Wall Street Journal, ‘The Facebook Files’. O filme conta a história de Frances Haugen (Mikey Madison), uma jovem engenheira do Facebook que recorre à ajuda do jornalista Jeff Horwitz (Jeremy Allen White), para embarcar numa perigosa jornada que acabaria por expor alguns dos segredos mais bem guardados da rede social criada e gerida por Mark Zuckerberg (Jeremy Strong).
Trailer em https://www.youtube.com/watch?v=PhTmFSjPVe4



