Após as colocações da 1ª fase do Concurso Nacional, 58 estudantes não confirmaram a sua matrícula. É o número mais elevado de sempre na instituição em termos de não concretização de matrículas, o que equivale a 17,85%.
No total dos 14 cursos da UPBeja 10 alunos estavam inscritos no curso de Desporto, 8 em Gestão de Empresas e Enfermagem, 7 em Audiovisual e Multimédia, 6 em Educação Básica, 5 em serviço Social e Terapia Ocupacional, 4 em Solicitadoria e Turismo e 1 de três colocados em Agronomia. Situação pouco comum vive-se na Escola Superior de Saúde, onde nos dois cursos, Enfermagem e Terapia Ocupacional, 13 colocados não confirmaram a inscrições.
Junto do presidente da UPBeja, o Lidador Notícias procurou respostas para esta situação tendo, Aldo Passarinho começado por justificar que “os resultados deste ano são globalmente mais positivos: dos 325 estudantes colocados na UPBeja, 267 concretizaram a matrícula (82,15%), enquanto 58 (17,85%) não o fizeram. Esta percentagem está em linha com a realidade que se verifica, de forma geral, a nível nacional. A título de exemplo, na própria UPBeja, no ano passado, dos 186 estudantes colocados, 36 não concretizaram a matrícula, correspondendo a 19,35%. Esta percentagem está em linha com a realidade que se verifica, de forma geral, a nível nacional”, concluiu.
O novel presidente da instituição acrescentou que “a título de exemplo, na própria UPBeja, no ano passado, dos 186 estudantes colocados, 36 não concretizaram a matrícula, correspondendo a 19,35%”, rematou.
Colocado perante as razões que levaram aqueles números e analise foi feita da situação, Aldo Passarinho, justificou que “não obstante esta evolução positiva, estamos já a tomar as necessárias medidas organizacionais para melhorar ainda mais estes resultados, quer nas próximas fases, quer no próximo ano letivo, procurando aumentar o número e a percentagem de estudantes colocados que efetivamente concretizam a matrícula”, disse.
Os valores das rendas das casas ou de quanto é sempre bastante alto na cidade de Beja e apesar de ter inaugurado este ano a “Residência Europa”, que tem capacidade para albergar 503 estudantes, distribuídos por 176 quartos duplos e 151 individuais mercê de uma candidatura ao Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) e que teve um custo de 22 milhões de euros, a instituição ainda não consegue suprir todas as necessidades de habitação, em particular de quem chega pela primeira vez.
Teixeira Correia
(jornalista)


