Cinco de 22 arguidos foram condenados, pelo Tribunal de Beja, a dois anos e seis anos e seis meses de prisão por tráfico de pessoas, auxílio à imigração ilegal e branqueamento de capitais. O crime de associação criminosa que constava na acusação caiu.
Dois dos cinco arguidos condenados ficaram com penas suspensas. Existiam 7 pessoas, cinco homens e duas mulheres em prisão preventiva, sendo que atro foram libertados após o final do julgamento.
Por seu turno três das onze empresas arguidas foram condenadas a multa entre os 650 e os 850 euros.
O acórdão deste segundo processo em nada se reflete como “espelho” do julgado em 15 de janeiro e, que foram condenados nove arguidos a penas de prisão entre os 2 anos e os 9 anos e 6 meses de prisão, duas das quais suspensas.
Esta foi uma “sexta-feira treze” negra para o Ministério Público que tinha apostado na condenação de todos os arguidos por associação criminosa, crime de que foram absolvidos.
Teixeira Correia
(jornalista)


