Nota inicial para dois estudos norte-americanos ligam os ‘smartphones’ à queda das taxas de fertilidade, sugerindo que os que possuem têm menos interações sociais e, portanto, menos relações sexuais na vida real.
Jornalista
Rádio Horizonte Algarve/ Tavira
Nos Estados Unidos, a taxa de fertilidade diminuiu 22% desde 2007, “um declínio sustentado que não é facilmente explicado pelas condições económicas, pelo uso de contracetivos, pelos custos de habitação ou de creche, ou por outros fatores comummente referidos”, consideram os autores do estudo, a organização de investigação National Bureau of Economic Research.
Os dois cientistas da Universidade de Middlebury, nos Estados Unidos, colocaram a hipótese de a queda acentuada observada desde então estar ligada à chegada do iPhone da Apple nesse mesmo ano de 2007 e, tendo em conta que, até 2011, o iPhone esteve disponível apenas em algumas áreas, a análise por conclui que os condados com acesso ao iPhone apresentavam uma maior queda no número de filhos por mulher do que aqueles sem acesso, sendo a redução particularmente acentuada entre as mulheres mais jovens (entre os 15 e os 24 anos).
Durante anos a chamada “Teoria da Internet Morta” foi vista como uma teoria da conspiração da Internet, mas…
A ideia defendia que uma parte significativa da atividade online já não era produzida por pessoas reais, mas sim por bots, algoritmos e sistemas automatizados.
Agora, segundo dados da empresa de cibersegurança Cloudflare, o tráfego gerado por bots ultrapassou, pela primeira vez, o tráfego humano na Internet. Atualmente, cerca de 56% de todo o tráfego web é criado por sistemas automatizados, havendo períodos em que esse valor chega aos 60%.
Um estudo do Boston Consulting Group revela que 61% dos CEOs afirmam que os Conselhos de Administração das suas empresas estão a precipitar a adoção de Inteligência Artificial. Embora ambos os grupos reconheçam a importância da tecnologia, existem divergências quanto ao ritmo de implementação e ao nível de preparação das empresas para gerar resultados concretos.
Segundo os dados partilhados, questões como lacunas de conhecimento sobre a tecnologia e o fenómeno do FOMO (Fear Of Missing Out, ou receio de ficar para trás, em português) podem contribuir para esta dinâmica.
Os membros da Administração que demonstram uma menor confiança nos seus conhecimentos sobre IA são também os que consideram mais frequentemente que as suas empresas estão a avançar lentamente.
O número de reclamações relacionadas com serviços digitais triplicaram para 98 no primeiro trimestre, face ao mesmo período de 2025, com a Meta a representar metade do total das queixas recebidas pela Anacom.
Em comunicado, a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) especifica que “o Instagram lidera, com 29% do total, seguido do Facebook, com 27%. Com uma expressão significativamente menor, o WhatsApp – também pertencente à Meta – e o TikTok registaram, cada um, 4% das reclamações”, de acordo com os dados divulgados pelo regulador.
Já as restantes reclamações distribuíram-se por mais de 20 outros prestadores de serviços intermediários, refere a Anacom.
No cinema é inevitável falar do novo filme de fição científica do conceituado realizador Steven Spielberg.
“O Dia da Revelação” (“Disclosure Day”) lança uma questão: se descobrisses que não estamos sozinhos, se alguém te mostrasse isso, te provasse isso, isso assustar-te-ia?
Emily Blunt, Josh O´Connor e Eve Hewson são os destaques do elenco.
Trailer em https://www.youtube.com/watch?v=FGrXRfYIaUk



