Um estudo divulgado por uma coligação de organizações não governamentais (ONG) de defesa do ambiente diz que 74% das afirmações sobre os alegados benefícios climáticos da inteligência artificial (IA) generativa carecem de bases sólidas.
Jornalista
Rádio Horizonte Algarve/ Tavira
Estas afirmações “servem os interesses das indústrias de tecnologia e dos combustíveis fósseis”, por outro lado, “minimizam os danos climáticos significativos causados pela IA generativa”, alertaram as organizações.
“Apenas 26% das afirmações citam artigos académicos publicados e 36% não citam qualquer evidência. No geral, estas declarações baseiam-se em provas frágeis, não em estudos revistos por peritos”, sublinham as ONGs.
O CEO da divisão de Inteligência Artificial da Microsoft acredita que trabalhos como advogado, contabilista, gestor de projeto ou na área do marketing, onde se recorre a um computador, terão tarefas 100% automatizadas no próximo ano e meio.
Mustafa Suleyman afirmou que, ao ritmo a que a tecnologia está a avançar, alguns trabalhos de escritório podem desaparecer em pouco mais de um ano.
O responsável acrescentou ainda que agentes de Inteligência Artificial ficarão melhores no que diz respeito à coordenação em empresas de grandes dimensões nos próximos dois a três anos.
Duas investigadoras da Universidade de Macau concluíram que vídeos de formato curto usados nas redes sociais e vistos em “scrolling” nos telemóveis impactam negativamente o desenvolvimento cognitivo das crianças, podendo causar ansiedade social e insegurança.
Segundo Wang Wei, académica da área da Psicologia Educacional da Universidade de Macau, autora do estudo, “esta conceção do vídeo curto pode ser particularmente perigosa para as crianças”, uma vez que “a nossa investigação indica uma correlação direta: quanto mais os estudantes consomem vídeos curtos, menos se envolvem com a escola”.
“Temos de aumentar a consciencialização, sobretudo se o uso começar a afetar a vida quotidiana, levando ao sacrifício do tempo em família, à negligência do sono, ou as pessoas a navegarem em momentos inadequados, como durante as aulas ou a conduzir, pondo em risco a própria pessoa ou outras”, afirmou Anise Wu Man Sze, professora de Psicologia na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Macau e também autora do estudo.
Os serviços de streaming têm crescido em número de utilizadores e receitas, apesar dos sucessivos aumentos de preço.
De acordo com o BStream – Barómetro de Plataformas de Streaming, análise elaborada pela Marktest que abrange o período entre setembro e dezembro de 2025, a utilização de plataformas de streaming atingiu um novo máximo, em Portugal.
No total, são agora 4,6 milhões os residentes em território nacional com mais de 15 anos (53,3%) que assumem consumir conteúdos através destas plataformas.
Este valor representa um crescimento de 1,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, o que se traduz num aumento de 107 mil utilizadores.
A frequência de utilização destes serviços também cresceu, com 41,7% dos utilizadores a assumir que recorre a estas plataformas todos ou quase todos os dias.
No cinema, destaque para a estreia de “O Som da Morte”, um filme de terror realizado por Corin Hardy.
Esta película centra-se num grupo improvável de estudantes do secundário que, por acaso, encontra um objeto amaldiçoado, um antigo apito da morte asteca. Depressa percebem que, ao soprar o apito, o som aterrador que liberta convoca as suas futuras mortes para os caçar. À medida que o número de vítimas aumenta, os amigos investigam a origem do artefacto mortal numa tentativa desesperada de travar a sequência horrífica de acontecimentos que desencadearam.
Dafne Keen, Sophie Nélisse e Percy Hynes White estão no elenco.
Trailer em https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=OAT_FEuCrpI&t=1s



